
Quero sentir um amor tão grande que só a alma possa suportar, o corpo será fraco pra tanto desejo, como esmagar com as mãos uma fruta macia em carne.
Quero acima de tudo, entender que o gosto da fruta, não éstá na fruta em si só, o gosto da fruta está no toque dela ao paladar. Fruta só não tem gosto nenhum, só beleza.
Quero uma alma intensa, tão intensa que me escape pelos olhos em forma de mistério, quero o mistério do mundo não desvendado só pra me instigar cada pensamento.
Não quero banhos de sol, quero banhos de lua, mais noite, menos dia, pois é a noite que os sorrisos do dia ecoam.
Quero viver, viver antes de morrer, não quero um dia-a-dia, quero uma vida-a-vida.
Quero estar na vida apenas sendo, sendo na vida apesar de... Apesar dos pesares.
Quero guardar algo de mim, pra dar a alguém , mesmo que eu não saiba ainda quem, mesmo que não seja pra alguém, então que seja pra mim, algo de mim pra mim, mesmo que seja só pra que eu não sinta que não tenho nada na vida.
Quero ser humana, e temer ir longe demais pela tamanha vontade de caminhar. Mais acima do medo quero continuar caminhando, pois na vida, nessa vida não se espera noite, se morre em pleno dia.
Por fim quero morrer como os elefantes de Clarice Lispector. Pesados de uma carne quente de amor, casca seca, malhada pela vida, andando devagar pela certeza de um mundo tão incerto, olhos molhados e doces pela saudade que se guarda, pelos sentimentos que são única coisa que se leva pelas vidas.
Quero acima de tudo, entender que o gosto da fruta, não éstá na fruta em si só, o gosto da fruta está no toque dela ao paladar. Fruta só não tem gosto nenhum, só beleza.
Quero uma alma intensa, tão intensa que me escape pelos olhos em forma de mistério, quero o mistério do mundo não desvendado só pra me instigar cada pensamento.
Não quero banhos de sol, quero banhos de lua, mais noite, menos dia, pois é a noite que os sorrisos do dia ecoam.
Quero viver, viver antes de morrer, não quero um dia-a-dia, quero uma vida-a-vida.
Quero estar na vida apenas sendo, sendo na vida apesar de... Apesar dos pesares.
Quero guardar algo de mim, pra dar a alguém , mesmo que eu não saiba ainda quem, mesmo que não seja pra alguém, então que seja pra mim, algo de mim pra mim, mesmo que seja só pra que eu não sinta que não tenho nada na vida.
Quero ser humana, e temer ir longe demais pela tamanha vontade de caminhar. Mais acima do medo quero continuar caminhando, pois na vida, nessa vida não se espera noite, se morre em pleno dia.
Por fim quero morrer como os elefantes de Clarice Lispector. Pesados de uma carne quente de amor, casca seca, malhada pela vida, andando devagar pela certeza de um mundo tão incerto, olhos molhados e doces pela saudade que se guarda, pelos sentimentos que são única coisa que se leva pelas vidas.
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